É com entusiasmo que anunciamos oficialmente a chegada de Wellington Andrade como novo diretor-executivo do Bioind-MT.

É com entusiasmo que anunciamos oficialmente a chegada de Wellington Andrade como novo diretor-executivo do Bioind-MT.

Natural de Cuiabá, pai do Miguel e da Maria Beatriz, marido da jornalista Dejane Arnhold de Andrade e apaixonado pelo tempo em família, Wellington acredita que grandes resultados são construídos a partir de relações sólidas, diálogo e visão de longo prazo.

Essa mesma visão acompanha sua trajetória profissional.

São 19 anos de experiência em gestão, liderança, planejamento estratégico, relações institucionais e governamentais, além de uma atuação consistente junto ao agronegócio brasileiro. Ao longo da carreira, acumulou experiências na estruturação e fortalecimento de entidades representativas, desenvolvimento de equipes e construção de pontes entre setor produtivo, iniciativa privada e poder público.

Agora, assume o desafio de contribuir para um dos segmentos mais estratégicos do país.

“Mato Grosso, atualmente, é o segundo maior estado produtor de etanol no Brasil. Isso coloca a representatividade do Bioind-MT em posição de relevância. O etanol brasileiro é um pilar estratégico para a economia nacional e protagonista na transição energética. Ele garante a segurança e a soberania do país, reduz a dependência de combustíveis fósseis e projeta o Brasil no mercado global de carbono”, destaca Wellington.

Desejamos muito sucesso nessa nova jornada!

Durante coletiva de imprensa promovida pela Bioind-MT, apresentamos os resultados da safra 2025/26 e as perspectivas para o próximo ciclo da bioenergia no estado, com dados que reforçam o protagonismo mato-grossense na produção de combustíveis renováveis.

Durante coletiva de imprensa promovida pelo Bioind-MT, apresentamos os resultados da safra 2025/26 e as perspectivas para o próximo ciclo da bioenergia no estado, com dados que reforçam o protagonismo mato-grossense na produção de combustíveis renováveis.

Veja os destaques do levantamento elaborado em parceria com o IMEA:

➡️ Produção de etanol deve crescer 16% na safra 2026/27

➡️ Mato Grosso pode alcançar 8,44 milhões de m³ de etanol

➡️ O estado já representa 62% da produção nacional de etanol de cereais

➡️ Mais de 12 mil empregos diretos gerados

➡️ Arrecadação superior a R$ 2,5 bilhões em ICMS para o estado

Os números mostram uma cadeia produtiva cada vez mais integrada, eficiente e estratégica para o futuro da descarbonização no Brasil.

Além da produção de energia renovável, o setor amplia sua contribuição econômica e social com geração de coprodutos, fortalecimento da agroindústria e impacto direto na economia do estado.

#Bioenergia #Etanol #MatoGrosso #Agroindústria #Sustentabilidade #BioindMT

O novo diretor executivo do Bioind-MT, Wellington Andrade , concedeu entrevista ao Broadcast | Agência Estado trazendo uma análise importante sobre o cenário do etanol no Brasil e no mercado internacional.

O novo diretor executivo do Bioind-MT, Wellington Andrade , concedeu entrevista ao Broadcast | Agência Estado trazendo uma análise importante sobre o cenário do etanol no Brasil e no mercado internacional.

Entre os destaques, a projeção de crescimento de 16,08% na produção de etanol em Mato Grosso na safra 2026/27, impulsionada principalmente pela expansão do etanol de milho e pela entrada de novas plantas industriais no estado.

Hoje, Mato Grosso já responde por 62% da produção nacional de etanol de cereais.
As projeções também apontam avanços importantes nos coprodutos do milho, como DDG/DDGS e óleo de milho, fortalecendo toda a cadeia da bioenergia.

Wellington também comentou sobre os impactos do E15 nos Estados Unidos e como esse movimento pode contribuir para reduzir pressões sobre os preços do etanol no Brasil.

Confira abaixo a matéria completa no linkedin⬇️

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hashtagBioenergia hashtagEtanol hashtagMatoGrosso hashtagSustentabilidade hashtagAgroindústria hashtagBioindMT

No último dia 13 de maio, Silvio Rangel, presidente do Bioind-MT e vice-presidente da CNI, participou como speaker da 19ª CITI ISO DATAGRO NY Sugar & Ethanol Conference, em Nova York, um dos principais encontros internacionais voltados ao mercado de açúcar e etanol.

No último dia 13 de maio, Silvio Rangel, presidente do Bioind-MT e vice-presidente da CNI, participou como speaker da 19ª CITI ISO DATAGRO NY Sugar & Ethanol Conference, em Nova York, um dos principais encontros internacionais voltados ao mercado de açúcar e etanol.

O evento reuniu líderes globais, tradings, produtores, exportadores e especialistas do setor para discutir tendências, perspectivas e os desafios que movimentam a agenda mundial da bioenergia.

A presença do Bioind-MT nesse ambiente reforça o protagonismo do Brasil, e especialmente de Mato Grosso, nas pautas ligadas à transição energética, competitividade e desenvolvimento sustentável.

Confira as fotos do evento ⬇️

#BioindMT #Bioenergia #Etanol #Sustentabilidade #MatoGrosso

Mato Grosso vive um novo ciclo de desenvolvimento, e a indústria do etanol de milho é uma das grandes protagonistas dessa transformação.

Mato Grosso vive um novo ciclo de desenvolvimento, e a indústria do etanol de milho é uma das grandes protagonistas dessa transformação.

Quando o estado passa a industrializar, ele agrega valor ao produto e transforma a própria dinâmica econômica.

A cadeia da indústria do etanol de milho:

✅ Gera empregos industriais mais estruturados e com maior proteção trabalhista
✅ Interioriza oportunidades, já que as usinas estão fora dos grandes centros
✅ Aumenta a renda nos municípios
✅ Fortalece comércio, serviços, transporte e tecnologia
✅ Amplia a arrecadação e estimula novos investimentos
✅ Mantém a riqueza circulando dentro do estado

O impacto é sistêmico. A presença das usinas cria polos de desenvolvimento no interior, impulsiona qualificação profissional, atrai fornecedores e fortalece a economia regional de forma consistente.

Além disso, Mato Grosso consolida sua posição estratégica na transição energética ao avançar na produção de combustível limpo, liderada pela tecnologia BECCS (Bioenergia com Captura e Armazenamento de Carbono), já implementada no estado pela FS Bioenergia em unidades como Lucas do Rio Verde e Sorriso.

A indústria do etanol de milho é um motor de desenvolvimento regional e um pilar estratégico para o futuro de Mato Grosso.

👉 Acompanhe o Bioind-MT e tenha informação qualificada sobre o desenvolvimento e o protagonismo de Mato Grosso.

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Na AgriZone da COP30, nosso diretor-executivo Giuseppe Lobo participou do painel “Biocombustíveis e Segurança Alimentar” para reforçar um ponto essencial. “Todo o milho destinado ao etanol em Mato Grosso é de segunda safra, cultivado após a soja. Não há conflito com a produção de alimentos”, afirmou.

Na AgriZone da COP30, nosso diretor-executivo Giuseppe Lobo participou do painel “Biocombustíveis e Segurança Alimentar” para reforçar um ponto essencial. “Todo o milho destinado ao etanol em Mato Grosso é de segunda safra, cultivado após a soja. Não há conflito com a produção de alimentos”, afirmou.

E o impacto disso tudo? GINGANTE! Desde a chegada da primeira usina, em 2017, o estado acelerou produtividade, ampliou renda no campo e virou referência nacional, caminhando para superar 7 bilhões de litros na safra 2025/26.

E tem mais: o avanço do etanol de milho impulsionou o uso de coprodutos como o DDG, que hoje é insumo estratégico para aves, suínos, pecuária e confinamentos, além de estimular a cadeia de biogás e biometano, criando energia renovável a partir de resíduos.

O movimento já se espalha por Goiás, Mato Grosso do Sul, Maranhão e Bahia, garantindo abastecimento em regiões antes desatendidas e reforçando o papel do Brasil como potência em bioenergia sustentável.

Seguimos presentes, conectando e impulsionando a competitividade do setor com responsabilidade ambiental, social e econômica.

#COP30 #Biocombustíveis #DDG #Sustentabilidade #Bioenergia #Indústria

O BioInd MT marca presença na COP30, em Belém (PA), levando a pauta dos biocombustíveis e da segurança alimentar ao centro das discussões globais sobre o clima.

O BioInd MT marca presença na COP30, em Belém (PA), levando a pauta dos biocombustíveis e da segurança alimentar ao centro das discussões globais sobre o clima.

A convite da UNEM – União Nacional do Etanol de Milho, nosso diretor-executivo Giuseppe Lobo participará, no dia 19 de novembro, às 14h10, de um debate na AgriZone, com o tema “Biocombustíveis e Segurança Alimentar”.

A mesa abordará como a integração entre a produção de biocombustíveis e alimentos pode contribuir para uma economia de baixo carbono, mostrando que a produção de alimentos é compativel com o os biocombustíveis e destacando o papel da inovação tecnológica, da eficiência produtiva e das boas práticas agrícolas para conciliar segurança alimentar e transição energética.

O BioInd MT reforça, ao lado da UNEM, o protagonismo do etanol de milho e da agroenergia tropical na construção de soluções sustentáveis para o futuro do planeta.

#COP30 #EtanolDeMilho #Biocombustíveis

O BioInd MT marca presença na COP30, em Belém (PA), levando a pauta dos biocombustíveis e da segurança alimentar ao centro das discussões globais sobre o clima.

O BioInd MT marca presença na COP30, em Belém (PA), levando a pauta dos biocombustíveis e da segurança alimentar ao centro das discussões globais sobre o clima.

A convite da UNEM – União Nacional do Etanol de Milho, nosso diretor-executivo @Giuseppe Lobo participará, no dia 19 de novembro, às 14h10, de um debate na AgriZone, com o tema “Biocombustíveis e Segurança Alimentar”.

A mesa abordará como a integração entre a produção de biocombustíveis e alimentos pode contribuir para uma economia de baixo carbono, mostrando que a produção de alimentos é compativel com o os biocombustíveis e destacando o papel da inovação tecnológica, da eficiência produtiva e das boas práticas agrícolas para conciliar segurança alimentar e transição energética.

O BioInd MT reforça, ao lado da @UNEM, o protagonismo do etanol de milho e da agroenergia tropical na construção de soluções sustentáveis para o futuro do planeta.

COP30 hashtagEtanolDeMilho hashtagBiocombustíveis

O futuro do etanol no Brasil ganhou destaque na Conferência NovaCana 2025, e o Bioind MT esteve lá para fazer parte dessa conversa

O futuro do etanol no Brasil ganhou destaque na Conferência NovaCana 2025, e o Bioind MT esteve lá para fazer parte dessa conversa.

Nosso diretor executivo, Giuseppe Lobo, integrou o painel sobre os desafios, oportunidades e a ascensão do etanol de cereais, junto a grandes referências do setor: Marcelo Di Bonifacio Filho, analista de mercado da Stonex, Pedro Paranhos, CEO da Evolua Etanol e Thiago Callegari L. Duarte, analista de equity do BTG Pactual.

O encontro trouxe à mesa questões estratégicas, como a expansão de novos polos produtivos, a força do etanol de cereais, o mercado de DDG e as perspectivas para ampliar a presença do etanol brasileiro em âmbito nacional e internacional.

Para o Bioind MT, estar em discussões como essa é reafirmar o protagonismo da bioindústria mato-grossense, um setor que impulsiona o desenvolvimento regional, fortalece a matriz energética limpa e projeta o Brasil como liderança na transição para uma economia de baixo carbono.

Confira as fotos abaixo. ⬇️

#NovaCana2025 #Bioenergia #Etanol #Sustentabilidade #MatoGrosso #EnergiaRenovável

O caminho da descarbonização passa pelo coração do Brasil

O Centro-Oeste brasileiro vive um momento histórico. A região, que nas últimas décadas se firmou como fronteira agrícola, agora se consolida como líder na produção de etanol do país. Na última década, a produção de etanol de milho cresceu em ritmo acelerado, transformando a economia regional e garantindo o protagonismo da região na produção de etanol.

Juntos, Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul produzirão mais de 17 bilhões de litros de etanol na safra 2025/26. Ou seja: a cada dois litros de etanol produzidos no Brasil, 1 litro vem do Centro-Oeste. Esse avanço garante o suprimento para a mistura de 30% de etanol anidro na gasolina (E30), que entrou em vigor em agosto desse ano, e prepara o Brasil para o próximo desafio: a mistura de 35%.

Além disso, abre caminho para a entrada do Brasil em mercados estratégicos como o SAF (combustível sustentável de aviação).

A demanda global por biocombustíveis para a aviação deve atingir dezenas de bilhões de litros nas próximas décadas, impulsionada por compromissos internacionais de redução de emissões no setor aéreo e pela crescente pressão por voos neutros em carbono. Essa oportunidade posiciona o País como fornecedor estratégico de biocombustíveis de alto valor agregado, ampliando sua relevância no cenário energético global.

O etanol também se mostra cada vez mais relevante para a navegação, oferecendo uma alternativa sustentável para o transporte marítimo e fluvial. Com a regulamentação internacional exigindo cortes significativos nas emissões de gases de efeito estufa, o uso do etanol representa uma solução tanto para a navegação interna quanto para a cabotagem e o longo curso.

A produção de etanol gera impactos na região que vão muito além do setor energético. A região, que concentra o maior rebanho bovino do país, vem registrando forte expansão no confinamento e semiconfinamento de gado, impulsionados pela disponibilidade de DDG a custos competitivos. Esse modelo não apenas aumenta a eficiência na engorda e reduz o tempo de abate, como também eleva a produtividade da produção de carne bovina. O gado confinado também gera biomassa que pode alimentar pequenas usinas de biogás e biometano, produzindo energia limpa capaz de abastecer frotas locais e reduzir emissões. É o ciclo da economia circular que se fecha.

Além disso, é na região onde se desenvolvem os primeiros projetos de reinjeção de carbono no solo, que permitem que a produção de etanol neutralize totalmente suas emissões, transformando o combustível em carbono negativo. Esse processo não apenas gera energia limpa, mas posiciona o Brasil como referência global em biocombustíveis de alto valor agregado e impacto climático positivo.

Mais do que um combustível, o etanol do Centro-Oeste é um motor de desenvolvimento sustentável, convertendo biomassa em energia limpa, proteína animal e crescimento regional.

A região deixou de ser apenas a fronteira agrícola do Brasil para se tornar a nova fronteira energética e agroindustrial, projetando o país como líder global em biocombustíveis de alto valor agregado.

No Centro-Oeste, o etanol lidera a transição energética e impulsiona o crescimento sustentável do Brasil.

Giuseppe Lobo, Diretor Executivo do Bioind MT.