A aprovação do E32 pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) marca um novo avanço da bioenergia brasileira.

A aprovação do E32 pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) marca um novo avanço da bioenergia brasileira.

A elevação do teor obrigatório de etanol anidro na gasolina reforça o compromisso do país com uma matriz energética mais renovável, competitiva e segura, além de reduzir a dependência de combustíveis fósseis importados.

Como destaca Wellington Andrade, Diretor-Executivo do BIOIND-MT:

🗣️ “A adoção do E32 fortalece a segurança energética do Brasil e impulsiona uma cadeia que investe continuamente em inovação e expansão. Mato Grosso demonstra, na prática, como a produção integrada de etanol de cana e milho amplia a oferta de combustível renovável, gera desenvolvimento e reforça o protagonismo do Brasil na transição energética.”

O BIOIND-MT celebra esse avanço, que consolida o papel estratégico do etanol na construção do futuro energético do país.

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O debate sobre a transição energética costuma olhar para o futuro. Mas, no Brasil, esse futuro já está em construção, e Mato Grosso ocupa uma posição de destaque.

O debate sobre a transição energética costuma olhar para o futuro. Mas, no Brasil, esse futuro já está em construção, e Mato Grosso ocupa uma posição de destaque.

Na safra 2026/27, o Brasil deve produzir cerca de 41 bilhões de litros de etanol. Desse total, 8,4 bilhões de litros serão produzidos em Mato Grosso, líder nacional na produção de etanol de milho.

Além de reduzir emissões de carbono, o etanol fortalece a economia, impulsiona a inovação e amplia seu espaço em novos mercados, como o transporte marítimo e a produção de combustível sustentável para aviação.

Em Mato Grosso, essa cadeia já gera cerca de 147 mil empregos diretos e transforma aproximadamente 30% do milho produzido no estado em energia renovável, agregando valor à produção agrícola.

Além disso, no ano de 2025, o setor arrecadou R$ 3 bilhões em impostos para os cofres do estado, correspondente a 12% da arrecadação total.

Investir em biocombustíveis é fortalecer uma cadeia que une inovação, desenvolvimento econômico, segurança energética e compromisso ambiental.

É dessa transformação que o Bioind MT faz parte todos os dias.

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Etanol de cana e milho não concorrem entre si. Se o setor se fragmenta, perde força política. Se atua unido, aumenta sua capacidade de influenciar a agenda energética brasileira.

Etanol de cana e milho não concorrem entre si. Se o setor se fragmenta, perde força política. Se atua unido, aumenta sua capacidade de influenciar a agenda energética brasileira.

Foi essa a principal mensagem levada pelo nosso diretor executivo, Wellington Andrade, ao 19º Congresso Nacional da Bioenergia, promovido pela UDOP – União Nacional da Bioenergia, com o tema “sinergias, complementaridades e o futuro dos biocombustíveis no Brasil”.

Durante o painel, Wellington reforçou que o etanol de cana e o etanol de milho são rotas complementares que ampliam a competitividade dos biocombustíveis, fortalecem a segurança energética e impulsionam a descarbonização da economia.

Também compartilhou a visão de que o futuro da bioenergia passa pela integração de diferentes tecnologias, pelo fortalecimento de políticas públicas e pela consolidação do setor como protagonista de uma matriz energética cada vez mais sustentável.

Vamos seguir contribuindo para os debates que ajudam a construir o futuro da bioenergia brasileira e a destacar o papel estratégico de Mato Grosso nesse cenário.

Participaram, também, do painel, Hugo Cagno, presidente da UDOP, Jacyr Costa Filho, vice-presidente do COSAG/FIESP, e Paulo Montabone, diretor da Fenasucro e Agrocana.

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Há alguns anos, falar em etanol era falar quase exclusivamente em cana-de-açúcar. Hoje, o milho também entra como protagonista, e o Mato Grosso lidera.

Há alguns anos, falar em etanol era falar quase exclusivamente em cana-de-açúcar. Hoje, o milho também entra como protagonista, e o Mato Grosso lidera.

A produção de etanol de milho no estado deve crescer quase 10% na safra 2025/26 e avançar outros 18,67% na safra seguinte. Esse movimento revela uma nova dinâmica para o agronegócio brasileiro: agregar valor à produção, diversificar receitas e impulsionar o desenvolvimento regional.

Não por acaso, Mato Grosso já responde por 62% de todo o etanol de cereais produzido no país.

E o que está por trás desse avanço? Expansão da capacidade industrial, novos investimentos em biorrefinarias, maior aproveitamento da produção agrícola e geração de empregos e renda nos municípios.

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É com entusiasmo que anunciamos oficialmente a chegada de Wellington Andrade como novo diretor-executivo do Bioind-MT.

É com entusiasmo que anunciamos oficialmente a chegada de Wellington Andrade como novo diretor-executivo do Bioind-MT.

Natural de Cuiabá, pai do Miguel e da Maria Beatriz, marido da jornalista Dejane Arnhold de Andrade e apaixonado pelo tempo em família, Wellington acredita que grandes resultados são construídos a partir de relações sólidas, diálogo e visão de longo prazo.

Essa mesma visão acompanha sua trajetória profissional.

São 19 anos de experiência em gestão, liderança, planejamento estratégico, relações institucionais e governamentais, além de uma atuação consistente junto ao agronegócio brasileiro. Ao longo da carreira, acumulou experiências na estruturação e fortalecimento de entidades representativas, desenvolvimento de equipes e construção de pontes entre setor produtivo, iniciativa privada e poder público.

Agora, assume o desafio de contribuir para um dos segmentos mais estratégicos do país.

“Mato Grosso, atualmente, é o segundo maior estado produtor de etanol no Brasil. Isso coloca a representatividade do Bioind-MT em posição de relevância. O etanol brasileiro é um pilar estratégico para a economia nacional e protagonista na transição energética. Ele garante a segurança e a soberania do país, reduz a dependência de combustíveis fósseis e projeta o Brasil no mercado global de carbono”, destaca Wellington.

Desejamos muito sucesso nessa nova jornada!

Durante coletiva de imprensa promovida pela Bioind-MT, apresentamos os resultados da safra 2025/26 e as perspectivas para o próximo ciclo da bioenergia no estado, com dados que reforçam o protagonismo mato-grossense na produção de combustíveis renováveis.

Durante coletiva de imprensa promovida pelo Bioind-MT, apresentamos os resultados da safra 2025/26 e as perspectivas para o próximo ciclo da bioenergia no estado, com dados que reforçam o protagonismo mato-grossense na produção de combustíveis renováveis.

Veja os destaques do levantamento elaborado em parceria com o IMEA:

➡️ Produção de etanol deve crescer 16% na safra 2026/27

➡️ Mato Grosso pode alcançar 8,44 milhões de m³ de etanol

➡️ O estado já representa 62% da produção nacional de etanol de cereais

➡️ Mais de 12 mil empregos diretos gerados

➡️ Arrecadação superior a R$ 2,5 bilhões em ICMS para o estado

Os números mostram uma cadeia produtiva cada vez mais integrada, eficiente e estratégica para o futuro da descarbonização no Brasil.

Além da produção de energia renovável, o setor amplia sua contribuição econômica e social com geração de coprodutos, fortalecimento da agroindústria e impacto direto na economia do estado.

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O novo diretor executivo do Bioind-MT, Wellington Andrade , concedeu entrevista ao Broadcast | Agência Estado trazendo uma análise importante sobre o cenário do etanol no Brasil e no mercado internacional.

O novo diretor executivo do Bioind-MT, Wellington Andrade , concedeu entrevista ao Broadcast | Agência Estado trazendo uma análise importante sobre o cenário do etanol no Brasil e no mercado internacional.

Entre os destaques, a projeção de crescimento de 16,08% na produção de etanol em Mato Grosso na safra 2026/27, impulsionada principalmente pela expansão do etanol de milho e pela entrada de novas plantas industriais no estado.

Hoje, Mato Grosso já responde por 62% da produção nacional de etanol de cereais.
As projeções também apontam avanços importantes nos coprodutos do milho, como DDG/DDGS e óleo de milho, fortalecendo toda a cadeia da bioenergia.

Wellington também comentou sobre os impactos do E15 nos Estados Unidos e como esse movimento pode contribuir para reduzir pressões sobre os preços do etanol no Brasil.

Confira abaixo a matéria completa no linkedin⬇️

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No último dia 13 de maio, Silvio Rangel, presidente do Bioind-MT e vice-presidente da CNI, participou como speaker da 19ª CITI ISO DATAGRO NY Sugar & Ethanol Conference, em Nova York, um dos principais encontros internacionais voltados ao mercado de açúcar e etanol.

No último dia 13 de maio, Silvio Rangel, presidente do Bioind-MT e vice-presidente da CNI, participou como speaker da 19ª CITI ISO DATAGRO NY Sugar & Ethanol Conference, em Nova York, um dos principais encontros internacionais voltados ao mercado de açúcar e etanol.

O evento reuniu líderes globais, tradings, produtores, exportadores e especialistas do setor para discutir tendências, perspectivas e os desafios que movimentam a agenda mundial da bioenergia.

A presença do Bioind-MT nesse ambiente reforça o protagonismo do Brasil, e especialmente de Mato Grosso, nas pautas ligadas à transição energética, competitividade e desenvolvimento sustentável.

Confira as fotos do evento ⬇️

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Mato Grosso vive um novo ciclo de desenvolvimento, e a indústria do etanol de milho é uma das grandes protagonistas dessa transformação.

Mato Grosso vive um novo ciclo de desenvolvimento, e a indústria do etanol de milho é uma das grandes protagonistas dessa transformação.

Quando o estado passa a industrializar, ele agrega valor ao produto e transforma a própria dinâmica econômica.

A cadeia da indústria do etanol de milho:

✅ Gera empregos industriais mais estruturados e com maior proteção trabalhista
✅ Interioriza oportunidades, já que as usinas estão fora dos grandes centros
✅ Aumenta a renda nos municípios
✅ Fortalece comércio, serviços, transporte e tecnologia
✅ Amplia a arrecadação e estimula novos investimentos
✅ Mantém a riqueza circulando dentro do estado

O impacto é sistêmico. A presença das usinas cria polos de desenvolvimento no interior, impulsiona qualificação profissional, atrai fornecedores e fortalece a economia regional de forma consistente.

Além disso, Mato Grosso consolida sua posição estratégica na transição energética ao avançar na produção de combustível limpo, liderada pela tecnologia BECCS (Bioenergia com Captura e Armazenamento de Carbono), já implementada no estado pela FS Bioenergia em unidades como Lucas do Rio Verde e Sorriso.

A indústria do etanol de milho é um motor de desenvolvimento regional e um pilar estratégico para o futuro de Mato Grosso.

👉 Acompanhe o Bioind-MT e tenha informação qualificada sobre o desenvolvimento e o protagonismo de Mato Grosso.

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Na AgriZone da COP30, nosso diretor-executivo Giuseppe Lobo participou do painel “Biocombustíveis e Segurança Alimentar” para reforçar um ponto essencial. “Todo o milho destinado ao etanol em Mato Grosso é de segunda safra, cultivado após a soja. Não há conflito com a produção de alimentos”, afirmou.

Na AgriZone da COP30, nosso diretor-executivo Giuseppe Lobo participou do painel “Biocombustíveis e Segurança Alimentar” para reforçar um ponto essencial. “Todo o milho destinado ao etanol em Mato Grosso é de segunda safra, cultivado após a soja. Não há conflito com a produção de alimentos”, afirmou.

E o impacto disso tudo? GINGANTE! Desde a chegada da primeira usina, em 2017, o estado acelerou produtividade, ampliou renda no campo e virou referência nacional, caminhando para superar 7 bilhões de litros na safra 2025/26.

E tem mais: o avanço do etanol de milho impulsionou o uso de coprodutos como o DDG, que hoje é insumo estratégico para aves, suínos, pecuária e confinamentos, além de estimular a cadeia de biogás e biometano, criando energia renovável a partir de resíduos.

O movimento já se espalha por Goiás, Mato Grosso do Sul, Maranhão e Bahia, garantindo abastecimento em regiões antes desatendidas e reforçando o papel do Brasil como potência em bioenergia sustentável.

Seguimos presentes, conectando e impulsionando a competitividade do setor com responsabilidade ambiental, social e econômica.

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