Mato Grosso registra maior crescimento na produção de etanol do país e atinge volume recorde de 6,70 bilhões de litros.

A safra 2024/25 consolidou Mato Grosso como o segundo maior produtor de etanol do país. Com uma produção de 6,70 bilhões de litros, o estado fica atrás apenas de São Paulo, segundo levantamento da Bioind-MT com o IMEA.

O crescimento de 17,09% foi o maior entre os cinco principais estados produtores.

O avanço foi puxado pelo etanol de milho, que subiu 23,77%, alcançando 5,62 milhões de m³. A produção de coprodutos também cresceu:

🌾DDG/DDGS: +28,28%
🌽Óleo de milho: +29,92%

Para 2025/26, a expectativa é de nova alta, com previsão de 5,98 milhões de m³ de etanol de milho, levando o Mato Grosso a superar a marca de 7 bilhões de litros de etanol.

“Estamos diante de uma trajetória consistente de crescimento da produção. O Mato Grosso está contribuindo decisivamente para a transição energética no Brasil e fomentando a produção de proteína animal com seus coprodutos”, afirma Giuseppe Lobo, diretor executivo da Bioind.

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O Bioind assinou um memorando de entendimento com a Donlink, uma grande empresa agroindustrial chinesa, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec).

O Bioind assinou um memorando de entendimento com a Donlink, uma grande empresa agroindustrial chinesa, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec).

O memorando representa um compromisso mútuo entre as partes para trabalhar conjuntamente com o objetivo de abrir o mercado chinês para o DDG, um coproduto do etanol de milho usado na alimentação de frango, suínos e gado bovino.

Essa articulação reforça o protagonismo de Mato Grosso como líder na produção nacional de etanol de milho (somos responsáveis por cerca de 80% do volume do país) e abre novas possibilidades para o setor bioenergético.

🗣️ “Ao buscarmos a abertura do mercado para o DDG, estamos fomentando toda a cadeia do etanol. Esse movimento sinaliza ao investidor que Mato Grosso tem capacidade produtiva, competitividade e que o DDG pode se tornar um ativo valorizado para as usinas de etanol”, destacou Giuseppe Lobo, diretor-executivo da Bioind.

Com o avanço das negociações e a construção de pontes diplomáticas, o futuro da bioenergia mato-grossense se torna ainda mais promissor.

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Em meio à guerra comercial entre Estados Unidos e China, o Brasil ganha protagonismo no fornecimento de etanol e grãos.

Em meio à guerra comercial entre Estados Unidos e China, o Brasil ganha protagonismo no fornecimento de etanol e grãos. Mas como transformar esse cenário em oportunidade real?

O diretor-executivo da Bioind, Giuseppe Lobo, comentou o tema em entrevista à CNBC, destacando como o Brasil pode se beneficiar da disputa, desde que haja estratégia e investimentos certos.

“O Brasil já alimenta cerca de 1/5 da população mundial. Temos capacidade de expandir para mercados como China, União Europeia e Japão.”

Apesar do impacto negativo das novas tarifas americanas sobre o etanol brasileiro, Giuseppe reforçou que o país tem vantagens únicas — como a produção de milho em segunda safra e a baixa pegada de carbono do nosso etanol. Mas há desafios:

“Da porteira pra dentro, o Brasil é muito eficiente. Da porteira pra fora, perdemos competitividade. Precisamos investir em logística para aproveitar esse momento.”

➡️ Assista à entrevista completa.

Bioind reforça compromisso com a bioenergia na 2ª Conferência Internacional UNEM DATAGRO sobre Etanol de Milho

Bioind marca presença na 2ª Conferência Internacional UNEM DATAGRO sobre Etanol de Milho!

O evento contou com a presença do presidente da Bioind, Silvio Rangel que destacou o papel fundamental da indústria de etanol de milho para o desenvolvimento do setor de bioenergia.

Mato Grosso é líder absoluto na produção de etanol de milho, responsável por aproximadamente 80% da produção nacional. Para a safra 2024/25, o estado deve atingir a marca total de 6,7 bilhões de litros, consolidando-se como peça-chave na matriz energética brasileira.

A presença de Silvio Rangel reafirma o compromisso da Bioind com a expansão do setor, posicionando Mato Grosso de forma ainda mais robusta na bioenergia nacional e internacional.

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E30: Impulsionando a Produção Nacional e a Sustentabilidade Energética

A possível elevação da mistura de etanol anidro para 30% (E30) impulsionará a produção nacional de etanol, fortalecendo toda a cadeia produtiva e impulsionando a transição para uma matriz energética mais sustentável.

“A ampliação da mistura obrigatória é um passo estratégico para consolidar o etanol como protagonista na matriz energética do país. Esse aumento fortalece toda a cadeia produtiva, beneficiando produtores, distribuidores e, principalmente, o meio ambiente, ao incentivar o uso de um combustível renovável e de menor impacto ambiental”, destaca Giuseppe Lobo, diretor-executivo da Bioind.

O setor está pronto para essa evolução. Agora, aguardamos a decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

👉 Saiba mais na matéria completa: https://lnkd.in/dHeVTMhC

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Bioind participa de anúncio do governo sobre aumento da mistura de etanol na gasolina para 30% (E30)

Representada pelo diretor-executivo, Giuseppe Lobo, a Bioind esteve presente no anúncio oficial do governo sobre o aumento da mistura de etanol na gasolina para 30% (E30), atualmente está em 27%.

A proposta, anunciada pelo ministro Alexandre Silveira, do Ministério de Minas e Energia, reforça a importância do etanol como um combustível renovável e sustentável, reduzindo a dependência da importação de gasolina e fortalecendo a soberania energética do Brasil.

Ficamos de olho na definição da data para que essa mudança aconteça, garantindo que os benefícios cheguem o quanto antes ao consumidor e ao meio ambiente!

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Giuseppe Lobo, diretor-executivo da BIOIND, participa de reunião do COAGRO na FIEMT para discutir produção industrial, agroindústria e transição energética rumo à COP-30

O diretor-executivo da Bioind, Giuseppe Lobo, participou da reunião do COAGRO da Fiemt – Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso, onde foram apresentados dados sobre a produção industrial de Mato Grosso, o comércio exterior da agroindústria e a safra 2024/25.

A importância da produção de etanol para a cadeia agroindustrial do estado, destacando o papel fundamental da integração entre a produção de biocombustíveis e de alimentos como diferencial competitivo e vetor de desenvolvimento sustentável.

A preparação para a COP-30 reforça a necessidade de posicionar Mato Grosso como referência na transição energética.

Além disso, investimentos em logística multimodal são fundamentais para garantir eficiência e competitividade ao setor.

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BIOIND presente na posse de Pedro Lupion na presidência da FPA para o biênio 2025-2026

Giuseppe Lobo, diretor-executivo da Bioind, esteve presente na formalização da posse do deputado Pedro Lupion como presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) para o biênio 2025-2026.

A reeleição de Lupion, por unanimidade, reafirma o protagonismo da FPA na defesa de pautas estratégicas para o setor agropecuário e para a bioenergia no Brasil.

Sabemos que as políticas voltadas ao crescimento sustentável da agroindústria são fundamentais na construção de um ambiente regulatório que favoreça investimentos em biocombustíveis e inovação no setor energético.

E a Bioind acompanha de perto esses avanços, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento da bioenergia e com a transição energética no país.

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Mato Grosso está acelerando na indústria!

O estado registrou o 5º maior crescimento da produção industrial do país em 2024, com alta de 5,4%, superando a média nacional de 3,1%, segundo dados do IBGE.

E o que impulsiona esse avanço? O dinamismo do setor de bioenergia, com novos investimentos e inovação dentro das empresas.

Ainda há desafios pela frente – infraestrutura, energia e mão de obra –, mas os números mostram um setor resiliente e preparado para expandir ainda mais.

A Bioind segue comprometida em fortalecer a bioindústria, impulsionando investimentos e criando novas oportunidades.

📌 Confira mais detalhes sobre o desempenho da indústria no estado: https://lnkd.in/dCJCUfYi

Impacto do Mercado Ilegal: Crime Organizado Fatura R$ 348 Bi por Ano e Ameaça a Bioenergia

Durante evento realizado em Brasília, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgou um estudo alarmante sobre o impacto do mercado ilegal na economia brasileira.

A pesquisa revela que o crime organizado no Brasil fatura R$ 348,1 bilhões por ano, com o mercado ilegal de combustíveis representando uma fatia significativa desse montante.

🚨 O que isso significa para a bioenergia?

O estudo aponta que o total de combustível ilegal no Brasil seria suficiente para abastecer toda a frota de veículos do país por três semanas. Esse mercado ilegal enfraquece as regulamentações e as boas práticas e ameaça as indústrias de bioenergia.

É urgente que as políticas públicas se fortaleçam para combater essas ilegalidades, garantindo a integridade do setor e a continuidade dos investimentos em tecnologias limpas e renováveis.

Confira a matéria completa no link.

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