Lançamento da Agenda Legislativa da Indústria de Mato Grosso e Homenagem ao BIOIND MT
Na última quarta-feira (21), foi realizada a sessão solene de lançamento da Agenda Legislativa da Indústria de Mato Grosso, na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT). A cerimônia foi uma iniciativa do presidente da ALMT, deputado Max Russi, com o apoio do deputado Carlos Avallone, e contou com a presença de autoridades, representantes do setor produtivo e instituições ligadas ao desenvolvimento industrial do estado.
A Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (FIEMT), que acompanha de forma sistemática e estratégica a tramitação dos projetos legislativos de interesse da indústria mato-grossense, apresentou oficialmente a Agenda Legislativa, documento que orienta a atuação institucional do setor junto aos poderes públicos.
A Agenda Legislativa classifica, de maneira técnica e estratégica, as proposições legislativas em tramitação na Casa de Leis, sinalizando apoio ou posicionamento contrário, conforme os impactos esperados para a indústria. Trata-se de um instrumento que vai além da técnica: representa o compromisso do setor produtivo com um ambiente de negócios mais competitivo, sustentável e alinhado às demandas do desenvolvimento regional.
Durante a solenidade, também foi realizada uma homenagem aos profissionais e entidades que contribuíram para a elaboração da Agenda Legislativa. Na ocasião, o BIOIND MT – Sindicato das Indústrias de Bioenergia do Estado de Mato Grosso – foi agraciado com uma Moção de Aplausos, concedida em reconhecimento à sua contribuição institucional.
O presidente do Bioind, Silvio Rangel, recebeu a homenagem. E a Analista de Relações Institucionais e Governamentais, Gabrielle Oliveira, representou o Diretor Executivo, Giuseppe Lobo, também homenageado, reafirmando o compromisso da entidade com a defesa técnica e articulada dos interesses da bioindústria mato-grossense.
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O diretor-executivo da Bioind, Giuseppe Lobo, comentou o tema em entrevista à CNBC, destacando como o Brasil pode se beneficiar da disputa, desde que haja estratégia e investimentos certos.
“O Brasil já alimenta cerca de 1/5 da população mundial. Temos capacidade de expandir para mercados como China, União Europeia e Japão.”
Apesar do impacto negativo das novas tarifas americanas sobre o etanol brasileiro, Giuseppe reforçou que o país tem vantagens únicas — como a produção de milho em segunda safra e a baixa pegada de carbono do nosso etanol. Mas há desafios:
“Da porteira pra dentro, o Brasil é muito eficiente. Da porteira pra fora, perdemos competitividade. Precisamos investir em logística para aproveitar esse momento.”
➡️ Assista à entrevista completa.