Na AgriZone da COP30, nosso diretor-executivo Giuseppe Lobo participou do painel “Biocombustíveis e Segurança Alimentar” para reforçar um ponto essencial. “Todo o milho destinado ao etanol em Mato Grosso é de segunda safra, cultivado após a soja. Não há conflito com a produção de alimentos”, afirmou.

Na AgriZone da COP30, nosso diretor-executivo Giuseppe Lobo participou do painel “Biocombustíveis e Segurança Alimentar” para reforçar um ponto essencial. “Todo o milho destinado ao etanol em Mato Grosso é de segunda safra, cultivado após a soja. Não há conflito com a produção de alimentos”, afirmou.

E o impacto disso tudo? GINGANTE! Desde a chegada da primeira usina, em 2017, o estado acelerou produtividade, ampliou renda no campo e virou referência nacional, caminhando para superar 7 bilhões de litros na safra 2025/26.

E tem mais: o avanço do etanol de milho impulsionou o uso de coprodutos como o DDG, que hoje é insumo estratégico para aves, suínos, pecuária e confinamentos, além de estimular a cadeia de biogás e biometano, criando energia renovável a partir de resíduos.

O movimento já se espalha por Goiás, Mato Grosso do Sul, Maranhão e Bahia, garantindo abastecimento em regiões antes desatendidas e reforçando o papel do Brasil como potência em bioenergia sustentável.

Seguimos presentes, conectando e impulsionando a competitividade do setor com responsabilidade ambiental, social e econômica.

#COP30 #Biocombustíveis #DDG #Sustentabilidade #Bioenergia #Indústria

O BioInd MT marca presença na COP30, em Belém (PA), levando a pauta dos biocombustíveis e da segurança alimentar ao centro das discussões globais sobre o clima.

O BioInd MT marca presença na COP30, em Belém (PA), levando a pauta dos biocombustíveis e da segurança alimentar ao centro das discussões globais sobre o clima.

A convite da UNEM – União Nacional do Etanol de Milho, nosso diretor-executivo Giuseppe Lobo participará, no dia 19 de novembro, às 14h10, de um debate na AgriZone, com o tema “Biocombustíveis e Segurança Alimentar”.

A mesa abordará como a integração entre a produção de biocombustíveis e alimentos pode contribuir para uma economia de baixo carbono, mostrando que a produção de alimentos é compativel com o os biocombustíveis e destacando o papel da inovação tecnológica, da eficiência produtiva e das boas práticas agrícolas para conciliar segurança alimentar e transição energética.

O BioInd MT reforça, ao lado da UNEM, o protagonismo do etanol de milho e da agroenergia tropical na construção de soluções sustentáveis para o futuro do planeta.

#COP30 #EtanolDeMilho #Biocombustíveis

O BioInd MT marca presença na COP30, em Belém (PA), levando a pauta dos biocombustíveis e da segurança alimentar ao centro das discussões globais sobre o clima.

O BioInd MT marca presença na COP30, em Belém (PA), levando a pauta dos biocombustíveis e da segurança alimentar ao centro das discussões globais sobre o clima.

A convite da UNEM – União Nacional do Etanol de Milho, nosso diretor-executivo @Giuseppe Lobo participará, no dia 19 de novembro, às 14h10, de um debate na AgriZone, com o tema “Biocombustíveis e Segurança Alimentar”.

A mesa abordará como a integração entre a produção de biocombustíveis e alimentos pode contribuir para uma economia de baixo carbono, mostrando que a produção de alimentos é compativel com o os biocombustíveis e destacando o papel da inovação tecnológica, da eficiência produtiva e das boas práticas agrícolas para conciliar segurança alimentar e transição energética.

O BioInd MT reforça, ao lado da @UNEM, o protagonismo do etanol de milho e da agroenergia tropical na construção de soluções sustentáveis para o futuro do planeta.

COP30 hashtagEtanolDeMilho hashtagBiocombustíveis

O futuro do etanol no Brasil ganhou destaque na Conferência NovaCana 2025, e o Bioind MT esteve lá para fazer parte dessa conversa

O futuro do etanol no Brasil ganhou destaque na Conferência NovaCana 2025, e o Bioind MT esteve lá para fazer parte dessa conversa.

Nosso diretor executivo, Giuseppe Lobo, integrou o painel sobre os desafios, oportunidades e a ascensão do etanol de cereais, junto a grandes referências do setor: Marcelo Di Bonifacio Filho, analista de mercado da Stonex, Pedro Paranhos, CEO da Evolua Etanol e Thiago Callegari L. Duarte, analista de equity do BTG Pactual.

O encontro trouxe à mesa questões estratégicas, como a expansão de novos polos produtivos, a força do etanol de cereais, o mercado de DDG e as perspectivas para ampliar a presença do etanol brasileiro em âmbito nacional e internacional.

Para o Bioind MT, estar em discussões como essa é reafirmar o protagonismo da bioindústria mato-grossense, um setor que impulsiona o desenvolvimento regional, fortalece a matriz energética limpa e projeta o Brasil como liderança na transição para uma economia de baixo carbono.

Confira as fotos abaixo. ⬇️

#NovaCana2025 #Bioenergia #Etanol #Sustentabilidade #MatoGrosso #EnergiaRenovável

O caminho da descarbonização passa pelo coração do Brasil

O Centro-Oeste brasileiro vive um momento histórico. A região, que nas últimas décadas se firmou como fronteira agrícola, agora se consolida como líder na produção de etanol do país. Na última década, a produção de etanol de milho cresceu em ritmo acelerado, transformando a economia regional e garantindo o protagonismo da região na produção de etanol.

Juntos, Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul produzirão mais de 17 bilhões de litros de etanol na safra 2025/26. Ou seja: a cada dois litros de etanol produzidos no Brasil, 1 litro vem do Centro-Oeste. Esse avanço garante o suprimento para a mistura de 30% de etanol anidro na gasolina (E30), que entrou em vigor em agosto desse ano, e prepara o Brasil para o próximo desafio: a mistura de 35%.

Além disso, abre caminho para a entrada do Brasil em mercados estratégicos como o SAF (combustível sustentável de aviação).

A demanda global por biocombustíveis para a aviação deve atingir dezenas de bilhões de litros nas próximas décadas, impulsionada por compromissos internacionais de redução de emissões no setor aéreo e pela crescente pressão por voos neutros em carbono. Essa oportunidade posiciona o País como fornecedor estratégico de biocombustíveis de alto valor agregado, ampliando sua relevância no cenário energético global.

O etanol também se mostra cada vez mais relevante para a navegação, oferecendo uma alternativa sustentável para o transporte marítimo e fluvial. Com a regulamentação internacional exigindo cortes significativos nas emissões de gases de efeito estufa, o uso do etanol representa uma solução tanto para a navegação interna quanto para a cabotagem e o longo curso.

A produção de etanol gera impactos na região que vão muito além do setor energético. A região, que concentra o maior rebanho bovino do país, vem registrando forte expansão no confinamento e semiconfinamento de gado, impulsionados pela disponibilidade de DDG a custos competitivos. Esse modelo não apenas aumenta a eficiência na engorda e reduz o tempo de abate, como também eleva a produtividade da produção de carne bovina. O gado confinado também gera biomassa que pode alimentar pequenas usinas de biogás e biometano, produzindo energia limpa capaz de abastecer frotas locais e reduzir emissões. É o ciclo da economia circular que se fecha.

Além disso, é na região onde se desenvolvem os primeiros projetos de reinjeção de carbono no solo, que permitem que a produção de etanol neutralize totalmente suas emissões, transformando o combustível em carbono negativo. Esse processo não apenas gera energia limpa, mas posiciona o Brasil como referência global em biocombustíveis de alto valor agregado e impacto climático positivo.

Mais do que um combustível, o etanol do Centro-Oeste é um motor de desenvolvimento sustentável, convertendo biomassa em energia limpa, proteína animal e crescimento regional.

A região deixou de ser apenas a fronteira agrícola do Brasil para se tornar a nova fronteira energética e agroindustrial, projetando o país como líder global em biocombustíveis de alto valor agregado.

No Centro-Oeste, o etanol lidera a transição energética e impulsiona o crescimento sustentável do Brasil.

Giuseppe Lobo, Diretor Executivo do Bioind MT.

O Bioind MT marcou presença no Index Bahia 2025, o maior evento da indústria da Bahia, que reuniu autoridades, especialistas e lideranças empresariais para debater a integração ferroviária do Brasil.

Nosso diretor executivo, Giuseppe Lobo, reforçou a importância estratégica das ferrovias para o Mato Grosso, que continua avançando na produção de etanol.

Uma logística mais eficiente significa redução de custos, maior competitividade e benefícios ambientais.

Seguimos comprometidos em representar e fortalecer a bioindústria mato-grossense, defendendo investimentos que garantam inovação, sustentabilidade e crescimento para o setor.

🎉 40 anos de história, união e futuro sustentável 🎉

Em 1985, nascia o Bioind MT, com a missão de representar e fortalecer as indústrias de bioenergia de Mato Grosso. Quatro décadas depois, seguimos com o mesmo propósito: impulsionar a competitividade do setor, sempre com responsabilidade ambiental, social e econômica.

Hoje, representamos 16 indústrias que produzem açúcar, etanol, biogás, biometano e energia de biomassa — soluções que fazem do Brasil um protagonista mundial em bioenergia e contribuem para a redução de até 61% das emissões de gases de efeito estufa.

Celebrar nossos 40 anos é celebrar uma trajetória construída com inovação, investimento e sustentabilidade. E, acima de tudo, é reafirmar nosso compromisso com o futuro da bioindústria e com o desenvolvimento do nosso estado e do país. Agradecemos a todos que fizeram e fazem parte dessa história!

#Bioind40Anos #Bioenergia #Sustentabilidade #MatoGrosso #EnergiaRenovável #Etanol

Parabenizamos Pietro Abramo, aprovado ontem (19) pelo @Senado Federal como novo diretor da @ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.

Com uma sólida trajetória no setor e profundo conhecimento da agenda de biocombustíveis, Pietro chega em um momento estratégico para o Brasil. Sua experiência e compromisso com o desenvolvimento energético serão fundamentais para fortalecer políticas que impulsionam a transição energética, a segurança do abastecimento e a competitividade dos biocombustíveis, área em que o país é referência mundial.

Acreditamos que a chegada de Pietro à ANP representa um passo importante para consolidar ainda mais o papel do Brasil como protagonista na bioenergia e na redução das emissões de gases de efeito estufa.

#Energia #Sustentabilidade #Inovação #Biocombustíveis #Bioenergia #Etanol

Desde 1º de agosto, está em vigor a decisão do CNPE que eleva de 27% para 30% a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina.

Desde 1º de agosto, está em vigor a decisão do CNPE que eleva de 27% para 30% a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina.

Segundo dados do Relatório IMEA, realizado em parceria com o Bioind, a medida tem potencial para movimentar toda a cadeia produtiva de biocombustíveis, com destaque para Mato Grosso, líder nacional na produção de etanol de milho.

O que muda com a nova regra?

✔️ Demanda adicional estimada em até 1,4 bilhão de litros de etanol anidro por safra.
✔️ Maior valorização do etanol de milho, com eficiência industrial e abundância de matéria-prima no Centro-Oeste.
✔️ Fortalecimento da matriz energética renovável e do papel estratégico do biocombustível no Brasil.

“A elevação da mistura sinaliza uma valorização importante do etanol anidro e coloca o biocombustível no centro da política energética brasileira”, destaca Giuseppe Lobo, diretor executivo do Bioind.

Além de reduzir as emissões de gases de efeito estufa, o avanço do etanol reforça o protagonismo de Mato Grosso na transição para uma matriz energética mais limpa e sustentável.

🔗 Leia a matéria completa: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/biocombustivel/405047-demanda-por-etanol-anidro-deve-crescer-ate-1-4-bilhao-de-litros-em-uma-safra-completa.html

#Bioind #Bioenergia #Etanol #Sustentabilidade #Energia #MatoGrosso

Temos o orgulho de compartilhar que o diretor-executivo, Giuseppe Lobo, acaba de assumir a vice-presidência do Conselho Temático da Agroindústria – COAGRO da Fiemt – Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso.

Temos o orgulho de compartilhar que o diretor-executivo, Giuseppe Lobo, acaba de assumir a vice-presidência do Conselho Temático da Agroindústria – COAGRO da Fiemt – Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso.

A nomeação reforça a presença estratégica do setor de bioenergia nas discussões que moldam o futuro do agronegócio, especialmente em pautas como políticas agrícolas, competitividade internacional e investimentos sustentáveis.

A participação do Bioind nesse espaço é mais um passo na nossa missão de fortalecer a bioindústria de Mato Grosso com responsabilidade ambiental, social e econômica.

🔗 Confira a matéria completa sobre a última reunião do Coagro, que também abordou temas como tarifas norte-americanas e o Plano Safra 2025/26: https://www.gazetadigital.com.br/editorias/economia/coagro-da-fiemt-discute-tarifas-americanas-e-plano-safra-2025-26/815950

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