O etanol voltou a ampliar sua vantagem competitiva. E isso importa para muito além do preço na bomba.

O etanol voltou a ampliar sua vantagem competitiva. E isso importa para muito além do preço na bomba.

Em julho, o etanol hidratado registrou queda no preço médio e passou a representar 66,7% do valor da gasolina, alcançando o maior nível de competitividade desde 2017. Em diversos estados, o biocombustível já se consolida como a escolha mais vantajosa também do ponto de vista econômico.

Esse movimento reforça um aspecto importante: quando competitividade, disponibilidade e sustentabilidade caminham juntas, o consumidor ganha e o país também.

O Brasil reúne condições únicas para liderar a transição energética por meio dos biocombustíveis. O etanol reduz emissões, fortalece a segurança energética, movimenta a economia do interior e gera valor em toda a cadeia produtiva.

A evolução observada em julho mostra que políticas públicas consistentes, investimentos e inovação continuam sendo fundamentais para ampliar o acesso a uma energia renovável, produzida no Brasil e cada vez mais competitiva.

A partir de 1º de agosto, esse cenário ganha um novo impulso com o início da vigência do E32, que eleva de 30% para 32% a mistura obrigatória de etanol na gasolina. A expectativa é de que a medida fortaleça ainda mais a cadeia da bioindústria, estimule novos investimentos e amplie a contribuição dos biocombustíveis para a segurança energética e a descarbonização da matriz brasileira.

Na Bioind, acreditamos que fortalecer a bioindústria é fortalecer uma matriz energética mais limpa, resiliente e estratégica para o futuro do país.

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