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Etanol: produção deve crescer quase 15% em MT na safra 22/23, diz Sindalcool
/em Notícias /por Editor SindalcoolCanal Rural – A produção de etanol em Mato Grosso deve crescer quase 15% na safra 2022/2023, saltando de 4,07 bilhões de litros produzidos na última temporada para 4,61 bilhões neste ciclo iniciado em abril. A estimativa é do Sindicato das Indústrias de Bioenergia de Mato Grosso.
Diretora-executiva do Sindalcool-MT, Lhais Sparvoli, explica os números projetados para esta safra. “Do lado da cana-de-açúcar, nós temos uma expectativa de melhora da produção, principalmente por conta das chuvas que favorecem as plantações. Além disso, nós temos novos investimentos sendo feitos no setor para o etanol de milho, o que já garante um aumento de produção. Os investimentos são em torno de R$ 6 bilhões para os próximos cinco anos”, afirma.
A produção de etanol de milho, aliás, tem sido o principal motivo do aumento da produção nos últimos anos. Nesta nova temporada, deve representar 78% do total produzido em Mato Grosso.
Para o presidente do Sindalcool-MT, Sílvio Rangel, o uso do milho como matéria-prima provoca modernização e consequentemente, uma nova fase da indústria bioenergética no estado. “A partir do etanol de milho, nasce uma indústria nova, mais moderna, agregando valor e produzindo mais. Além disso, gera maior agregação econômica ao valor do nosso produto como mais criação de empregos, superação na arrecadação de ICMS e muito mais”, conclui.
Leia a matéria completa no link: https://blogs.canalrural.com.br/canalruralmatogrosso/2022/04/07/etanol-producao-deve-crescer-quase-15-em-mt-na-safra-22-23-diz-sindalcool/
Etanol volta a ser combustível mais vantajoso em MT
/em Notícias /por Editor SindalcoolConfira a reportagem Etanol volta a ser combustível mais vantajoso em MT exibida no MTTV 1ª edição na sexta, 25 de fevereiro.
Clique no link:
https://globoplay.globo.com/v/10337664/programa/
Safra recorde de milho impulsiona produção
/em Notícias /por Editor SindalcoolFabricação de etanol é impulsionada com produção recorde de milho e recuperação dos canaviais em Mato Grosso. Na safra 2021/2022 a oferta do biocombustível ao mercado se posiciona 4 vezes acima da demanda interna. Em 2021, a revenda de etanol hidratado para os consumidores mato-grossenses alcançou o patamar de 846,5 milhões de litros, informa a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A quantidade produzida pelas indústrias no período foi de 4,1 bilhão (l) de etanol hidratado e anidro, derivados da cana-de-açúcar e do milho.
Durante a crise pandêmica, o consumo de etanol seguiu na contramão da produção estadual. A partir de 2019, a demanda doméstica recuou de 1 bilhão (l) para 915,6 milhões (l) em 2020 e 846,5 milhões (l) em 2021, com respectivas retrações de 8,4% e 7,5% no período.
A produção do derivado, porém, continua em ascensão. Para a safra 2022/2023 as indústrias mato-grossenses irão ofertar ao mercado consumidor 4,6 bilhões (l) de etanol hidratado e anidro, obtidos do processamento da cana e do milho, conforme projeções do Sindicato das Indústrias de Bioenergia de Mato Grosso (Sindalcool) e da União Nacional do Etanol de Milho (Unem). É um volume total 11,6% superior ao da safra 2021/2022, de 4,1 bilhão (l).
Na produção estadual do biocombustível, o etanol hidratado prevalece sobre o anidro. De acordo com a Unem, as indústrias mato-grossenses produziram 68% de etanol hidratado e 31% de anidro na safra 2021/2022, que termina em 31 de março de 2022. O etanol hidratado é o etanol comum, vendido nos postos. O anidro é misturado à gasolina, na proporção de 25% por litro, segundo a ANP.
Outra característica do mercado de biocombustíveis em Mato Grosso é que na safra 2021/2022 a produção de etanol de milho é duas vezes maior que a do derivado da cana. De acordo com o Sindalcool, a expectativa é concluir a safra atual com produção de 3 bilhões (l) de etanol de milho até o final do mês que vem, ante uma oferta de 1 bilhão (l) de etanol de cana.
O uso do cereal para fabricação do biocombustível será ainda maior na próxima temporada, sendo estimados 3,4 bilhões (l) ou 209% acima dos 1,1 bilhão (l) de etanol de cana-de-açúcar, conforme projeções do Sindalcool e Unem.
Volumes recordes do grão estimulam investimentos na industrialização da matéria-prima em Mato Grosso, líder nacional na produção de etanol de milho, com participação de 87,6% da produção brasileira no ciclo 2021/2022,aponta a Unem.
Em 2021, duas indústrias, localizadas em Nova Mutum e Sorriso, aportaram recursos na ampliação da capacidade de produção do biocombustível. Outra fábrica está prevista para ser inaugurada em 2023. Além destas, há projetos de expansão industrial do setor em Jaciara e Sorriso. Ao todo, estão em operação duas indústrias que produzem etanol de milho e cana, que são chamadas de usinas flex. Há ainda 7 fábricas de etanol de cana-de-açúcar e 6 que produzem etanol exclusivamente de milho, detalha o Sindalcool.
Produção recorde
Na safra atual Mato Grosso irá colher 39,6 milhões de toneladas de milho, 3,9% maior que a produção de soja, estimada em 38,1 milhões (t) pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
O aumento na produção do cereal estimula a verticalização da cadeia produtiva e potencializa a fabricação de etanol. Apesar do aumento da oferta do biocombustível, o cenário de preços continua sendo afetado por diversas variáveis além da abundância de matéria-prima, lembra a diretora executiva do Sindalcool, Lhais Sparvoli. A variação cambial, a cotação do petróleo no mercado internacional, dos fertilizantes, do diesel e a demanda por combustíveis irão ditar os preços do etanol para o consumidor final.
Nos dois últimos anos, marcados pela crise pandêmica, os sucessivos reajustes nos preços dos combustíveis e perda de vantagem do etanol em relação à gasolina contribuíram para a queda do consumo, além das restrições às atividades, que diminuíram a circulação de veículos.
Derivados de cana
A safra 2021/2022 fechou com moagem total de 15,4 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, informa o Sindalcool. A matéria-prima foi destinada à produção de 1 bilhão (l) de etanol e 451 milhões (t) de açúcar. Para a próxima temporada, a estimativa é de ligeira recuperação do canavial, com uma melhora do ritmo das chuvas, diz a diretora executiva do Sindalcool. A estimativa é que as indústrias de bioenergia processem 16,3 milhões (t) de cana-de-açúcar, dividindo a matéria-prima para produção de 1,1 bilhão (l) de etanol e 475 milhões (t) de açúcar. De uma safra para outra, a produção de etanol de cana aumenta 5,6% e de açúcar 5,3%, indica o Sindalcool.
Venda direta de etanol a postos não garante redução no preço do combustível
/em Notícias /por Editor SindalcoolEstadão de Mato Grosso – A venda direta de etanol aos postos de combustíveis não vai garantir a redução de seu preço, avalia o presidente do Sindicato das Indústrias de Bioenergia do Estado de Mato Grosso (Sindalcool/MT), Silvio Rangel. A venda direta foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), mas permite apenas a venda para postos localizados no mesmo município das indústrias.
Silvio avalia que para iniciar a venda diretamente aos postos, as usinas precisariam investir em infraestrutura de abastecimento, contratação de pessoal e investimento em logística. Apesar disso, o setor vê que a autorização, não sendo transformada em uma imposição, é positivo, pois poderá avaliar se vale a pena a venda direta aos postos.
Um desses casos, exemplifica Silvio, seria de postos localizados próximos às usinas, dessa forma, o custo do frete não teria muito impacto no preço final. Fora desse cenário, as distribuidoras possuem maior know how para dar vazão aos 4,52 bilhões de litros de etanol que os produtores mato-grossenses vão disponibilizar no mercado neste ano.
A expectativa é produzir 10% a mais de etanol em relação ao ano passado, quando foi registrada a produção de 4,13 bilhões de litros.
“Hoje, já existe essa estrutura por parte das distribuidoras. Então, as usinas teriam que ter o que as distribuidoras têm”, afirma Silvio. “Com essa possibilidade de novos investimentos, é muito cedo para dizer que a medida deve ter impacto direto para os consumidores finais. Será que as usinas, os produtores, estarão mais eficientes que as distribuidoras?”, questiona.
Ainda de acordo com Silvio Rangel, o mercado mato-grossense consome apenas um terço da produção estadual, algo em torno de um bilhão de litros. O restante é exportado para outros estados, inclusive para São Paulo, que é o maior produtor do combustível no Brasil. Outro estado que compra o combustível de MT é o Pará.
“Temos um grande desafio nesse cenário: a logística de escoamento dessa produção, estando MT no centro do país, a distância até os portos e o custo de frete são questões significativas para exportação para fora do país. Então, a gente tem que outras usinas perto dos portos devam exportar pra fora do país e a gente fica com outros estados”, avalia.
Mato Grosso atualmente é o terceiro maior produtor de etanol, atrás de São Paulo e Goiás. Mas tem um diferencial em relação aos demais concorrentes: A capacidade de ampliar a produção. Segundo o Sindalcool, há quase 10 projetos para implantação de usinas no estado. Além disso, uma nova usina está sendo aberta em Primavera do Leste pela FS Bioenergia.
“MT tem muito a crescer devido à nossa produção, que tende aumentar cada vez mais. A estimativa para essa safra, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), está em torno de 40 milhões de toneladas de milho. O estado tem um potencial muito grande para crescer nessa área de combustíveis renováveis. Não só no etanol, na questão de biodiesel”, conclui.
Presidente do Sindalcool MT recebe prêmio MasterCana Brasil 2021
/em Notícias /por Editor SindalcoolO vice-presidente da Fiemt e presidente do Sindalcool MT, Silvio Rangel, recebeu nesta semana o prêmio MasterCana Brasil 2021. Ele foi escolhido como uma das personalidades mais influentes do setor em todo o país. A solenidade foi realizada em São Paulo pelo Jornal Cana, o principal veículo de comunicação do setor de bioenergia do Brasil.
Graduado em Economia pela UFMT e em Direito pela Unic, Silvio possui pós-graduação em Gestão Empresarial pela USP/FIA e Especialização em Gestão na Indústria Sucroalcooleira (UFMT).
Atualmente, o empresário é presidente do Conselho Temático de Inovação e Tecnologia (Cointec) da Fiemt, vice-presidente do Conselho da Agroindústria (Coagro) da Fiemt, membro do Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia, membro do Comitê Gestor do Parque Tecnológico de Mato Grosso e diretor executivo na Usina Barralcool S/A, em Barra do Bugres.
Sindalcool na COP-26
/em Notícias /por Editor SindalcoolIntegrando a comitiva oficial da CNI e representando a indústria de Mato Grosso, o presidente do Sindalcool, Silvio Rangel, participou da programação da COP-26, na Escócia. Durante live realizada pelo presidente da Fiemt, Gustavo de Oliveira, que debateu estratégias para a economia circular em Mato Grosso, o empresário destacou o papel dos biocombustíveis na descarbonização da economia, além de temas como o futuro da mobilidade urbana, geração de energia nas usinas e célula de hidrogênio.
SES recebe doação de 15 mil litros de álcool 70% da indústria
/em Notícias /por Editor SindalcoolA Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) recebeu a doação de 15 mil litros de álcool 70% do segmento industrial de Mato Grosso, por meio do movimento Unidos pela Vacina. O produto doado será destinado a 93 municípios do estado, mais especificamente às unidades de vacinação contra a Covid-19.
O material foi produzido e doado por usinas regionais de etanol, sob a articulação do Sindicato das Indústrias de Bioenergia (Sindalcool-MT) e da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), apoiadora do movimento.
O secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, participou da solenidade de entrega da doação, realizada na manhã desta sexta-feira (24.09), na sede do Senai Cuiabá.
“Não posso deixar de lembrar das dificuldades pelas quais passamos no início desta pandemia. Ficamos sem produtos básicos, como as máscaras descartáveis, que sumiram do mercado. Foi quando a Fiemt prontamente nos ajudou, produzindo cinco milhões de máscaras e um milhão de capotes (jalecos). E na falta de oxigênio, a Energisa entrou em cena e fez doações fundamentais para que vidas fossem salvas. Essas iniciativas abraçaram Mato Grosso no combate ao coronavírus”, disse o gestor.
O álcool doado foi fabricado pelas usinas Barralcool, Uisa, Inpasa, Brenco, Novo Milênio, Cooprodia, Libra, Usimat e FS Bioenergia. “A indústria mato-grossense faz questão de ser presente. Todos os setores têm se empenhado para colaborar com as medidas de saúde, de inclusão e de geração de oportunidades que farão com que a pandemia seja vencida e a economia, fortalecida”, pontuou o presidente da Fiemt, Gustavo de Oliveira.
“É muito gratificante saber que as necessidades dos municípios mato-grossenses estão sendo supridas e que a vacinação segue avançando em todas as regiões. Importante é vacina no braço”, acrescentou Riberto Barbanera, presidente da Energisa-MT e coordenador do Unidos pela Vacina.
O álcool será disponibilizado em garrafas pet cedidas pela Solar Coca-Cola e Ambev e identificadas com rótulos doados pela Ligraf. O envase do produto foi feito pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
“Este produto nunca foi tão necessário como atualmente – e ele continuará sendo amplamente utilizado. Nós estamos muito felizes em poder contribuir com o conjunto de ações que significam, de fato, saúde e vida”, declarou Silvio Rangel, presidente do Sindalcool.
A SES distribuirá o álcool aos municípios conforme a exata quantidade solicitada ao Unidos pela Vacina.
Unidos pela Vacina
O movimento Unidos pela Vacina tem apoiado, por meio de doações, a aceleração da imunização contra a Covid-19 no país. As ações têm se concentrado em auxiliar em toda a cadeia produtiva da vacinação por meio da aquisição de agulhas, seringas, transporte, armazenamento e locais de vacinação, itens essenciais para o avanço da vacinação. Saiba mais em www.unidospelavacina.org.br.