O Bioind assinou um memorando de entendimento com a Donlink, uma grande empresa agroindustrial chinesa, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec).

O Bioind assinou um memorando de entendimento com a Donlink, uma grande empresa agroindustrial chinesa, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec).

O memorando representa um compromisso mútuo entre as partes para trabalhar conjuntamente com o objetivo de abrir o mercado chinês para o DDG, um coproduto do etanol de milho usado na alimentação de frango, suínos e gado bovino.

Essa articulação reforça o protagonismo de Mato Grosso como líder na produção nacional de etanol de milho (somos responsáveis por cerca de 80% do volume do país) e abre novas possibilidades para o setor bioenergético.

🗣️ “Ao buscarmos a abertura do mercado para o DDG, estamos fomentando toda a cadeia do etanol. Esse movimento sinaliza ao investidor que Mato Grosso tem capacidade produtiva, competitividade e que o DDG pode se tornar um ativo valorizado para as usinas de etanol”, destacou Giuseppe Lobo, diretor-executivo da Bioind.

Com o avanço das negociações e a construção de pontes diplomáticas, o futuro da bioenergia mato-grossense se torna ainda mais promissor.

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Em meio à guerra comercial entre Estados Unidos e China, o Brasil ganha protagonismo no fornecimento de etanol e grãos.

Em meio à guerra comercial entre Estados Unidos e China, o Brasil ganha protagonismo no fornecimento de etanol e grãos. Mas como transformar esse cenário em oportunidade real?

O diretor-executivo da Bioind, Giuseppe Lobo, comentou o tema em entrevista à CNBC, destacando como o Brasil pode se beneficiar da disputa, desde que haja estratégia e investimentos certos.

“O Brasil já alimenta cerca de 1/5 da população mundial. Temos capacidade de expandir para mercados como China, União Europeia e Japão.”

Apesar do impacto negativo das novas tarifas americanas sobre o etanol brasileiro, Giuseppe reforçou que o país tem vantagens únicas — como a produção de milho em segunda safra e a baixa pegada de carbono do nosso etanol. Mas há desafios:

“Da porteira pra dentro, o Brasil é muito eficiente. Da porteira pra fora, perdemos competitividade. Precisamos investir em logística para aproveitar esse momento.”

➡️ Assista à entrevista completa.

Bioind reforça compromisso com a bioenergia na 2ª Conferência Internacional UNEM DATAGRO sobre Etanol de Milho

Bioind marca presença na 2ª Conferência Internacional UNEM DATAGRO sobre Etanol de Milho!

O evento contou com a presença do presidente da Bioind, Silvio Rangel que destacou o papel fundamental da indústria de etanol de milho para o desenvolvimento do setor de bioenergia.

Mato Grosso é líder absoluto na produção de etanol de milho, responsável por aproximadamente 80% da produção nacional. Para a safra 2024/25, o estado deve atingir a marca total de 6,7 bilhões de litros, consolidando-se como peça-chave na matriz energética brasileira.

A presença de Silvio Rangel reafirma o compromisso da Bioind com a expansão do setor, posicionando Mato Grosso de forma ainda mais robusta na bioenergia nacional e internacional.

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E30: Impulsionando a Produção Nacional e a Sustentabilidade Energética

A possível elevação da mistura de etanol anidro para 30% (E30) impulsionará a produção nacional de etanol, fortalecendo toda a cadeia produtiva e impulsionando a transição para uma matriz energética mais sustentável.

“A ampliação da mistura obrigatória é um passo estratégico para consolidar o etanol como protagonista na matriz energética do país. Esse aumento fortalece toda a cadeia produtiva, beneficiando produtores, distribuidores e, principalmente, o meio ambiente, ao incentivar o uso de um combustível renovável e de menor impacto ambiental”, destaca Giuseppe Lobo, diretor-executivo da Bioind.

O setor está pronto para essa evolução. Agora, aguardamos a decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

👉 Saiba mais na matéria completa: https://lnkd.in/dHeVTMhC

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Bioind participa de anúncio do governo sobre aumento da mistura de etanol na gasolina para 30% (E30)

Representada pelo diretor-executivo, Giuseppe Lobo, a Bioind esteve presente no anúncio oficial do governo sobre o aumento da mistura de etanol na gasolina para 30% (E30), atualmente está em 27%.

A proposta, anunciada pelo ministro Alexandre Silveira, do Ministério de Minas e Energia, reforça a importância do etanol como um combustível renovável e sustentável, reduzindo a dependência da importação de gasolina e fortalecendo a soberania energética do Brasil.

Ficamos de olho na definição da data para que essa mudança aconteça, garantindo que os benefícios cheguem o quanto antes ao consumidor e ao meio ambiente!

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Giuseppe Lobo, diretor-executivo da BIOIND, participa de reunião do COAGRO na FIEMT para discutir produção industrial, agroindústria e transição energética rumo à COP-30

O diretor-executivo da Bioind, Giuseppe Lobo, participou da reunião do COAGRO da Fiemt – Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso, onde foram apresentados dados sobre a produção industrial de Mato Grosso, o comércio exterior da agroindústria e a safra 2024/25.

A importância da produção de etanol para a cadeia agroindustrial do estado, destacando o papel fundamental da integração entre a produção de biocombustíveis e de alimentos como diferencial competitivo e vetor de desenvolvimento sustentável.

A preparação para a COP-30 reforça a necessidade de posicionar Mato Grosso como referência na transição energética.

Além disso, investimentos em logística multimodal são fundamentais para garantir eficiência e competitividade ao setor.

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BIOIND presente na posse de Pedro Lupion na presidência da FPA para o biênio 2025-2026

Giuseppe Lobo, diretor-executivo da Bioind, esteve presente na formalização da posse do deputado Pedro Lupion como presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) para o biênio 2025-2026.

A reeleição de Lupion, por unanimidade, reafirma o protagonismo da FPA na defesa de pautas estratégicas para o setor agropecuário e para a bioenergia no Brasil.

Sabemos que as políticas voltadas ao crescimento sustentável da agroindústria são fundamentais na construção de um ambiente regulatório que favoreça investimentos em biocombustíveis e inovação no setor energético.

E a Bioind acompanha de perto esses avanços, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento da bioenergia e com a transição energética no país.

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Mato Grosso está acelerando na indústria!

O estado registrou o 5º maior crescimento da produção industrial do país em 2024, com alta de 5,4%, superando a média nacional de 3,1%, segundo dados do IBGE.

E o que impulsiona esse avanço? O dinamismo do setor de bioenergia, com novos investimentos e inovação dentro das empresas.

Ainda há desafios pela frente – infraestrutura, energia e mão de obra –, mas os números mostram um setor resiliente e preparado para expandir ainda mais.

A Bioind segue comprometida em fortalecer a bioindústria, impulsionando investimentos e criando novas oportunidades.

📌 Confira mais detalhes sobre o desempenho da indústria no estado: https://lnkd.in/dCJCUfYi

Impacto do Mercado Ilegal: Crime Organizado Fatura R$ 348 Bi por Ano e Ameaça a Bioenergia

Durante evento realizado em Brasília, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgou um estudo alarmante sobre o impacto do mercado ilegal na economia brasileira.

A pesquisa revela que o crime organizado no Brasil fatura R$ 348,1 bilhões por ano, com o mercado ilegal de combustíveis representando uma fatia significativa desse montante.

🚨 O que isso significa para a bioenergia?

O estudo aponta que o total de combustível ilegal no Brasil seria suficiente para abastecer toda a frota de veículos do país por três semanas. Esse mercado ilegal enfraquece as regulamentações e as boas práticas e ameaça as indústrias de bioenergia.

É urgente que as políticas públicas se fortaleçam para combater essas ilegalidades, garantindo a integridade do setor e a continuidade dos investimentos em tecnologias limpas e renováveis.

Confira a matéria completa no link.

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Onda de calor extrema pede urgência para transição energética!

Estamos enfrentando recordes de temperaturas. Em 2024, por exemplo, o Brasil registrou a maior média anual de temperatura desde o início das medições em 1961, atingindo 25,02°C — um aumento de 0,79°C em relação à média histórica de 1991 a 2020, conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET)

Esses recordes de calor estão diretamente ligados ao aumento das emissões de gases de efeito estufa, principalmente pela queima de combustíveis fósseis. Embora o Brasil tenha reduzido suas emissões em 12% em 2023, totalizando 2,3 bilhões de toneladas de CO₂ equivalente, de acordo com Observatório do Clima, ainda há um longo caminho a percorrer.

A transição energética é imperativa. O Brasil possui um potencial significativo em bioenergia: etanol de cana e milho, biometano, créditos de carbono e geração de energia limpa. Essas são soluções reais e escaláveis para reduzir as emissões e mitigar os impactos climáticos, que já estão em operação e devem ser fortalecidos ainda mais.

Adiar essa mudança só tornará o futuro mais extremo. A bioenergia não é uma alternativa. É a resposta.

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