Quando o assunto é bioindústria, o etanol é só o começo

A força desse setor está justamente na capacidade de aproveitar as matérias-primas de forma cada vez mais completa, transformando diferentes etapas do processo produtivo em novos produtos, mercados e oportunidades.

Cana-de-açúcar e milho são bons exemplos disso.

Além do etanol, essas cadeias dão origem a energia renovável, coprodutos para nutrição animal, óleo de milho, açúcar e outras soluções que abastecem e fortalecem diferentes setores da economia.

No milho, essa diversificação ganha uma dimensão cada vez maior. Na safra 2025/26, a produção de DDG e DDGS deve alcançar 2,94 milhões de toneladas, enquanto a produção de óleo de milho deve chegar a 300 mil toneladas.

É um modelo em que praticamente tudo pode se transformar em valor.

Valor para o produtor.
Valor para a indústria.
Valor para outras cadeias produtivas.
E valor para Mato Grosso.

Ao ampliar mercados, atrair investimentos e aproveitar melhor aquilo que o estado já produz, a bioindústria fortalece uma economia mais diversificada, competitiva e sustentável.

Porque falar de bioindústria é falar de transformação.

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