Etanol de cana e milho não concorrem entre si. Se o setor se fragmenta, perde força política. Se atua unido, aumenta sua capacidade de influenciar a agenda energética brasileira.
Etanol de cana e milho não concorrem entre si. Se o setor se fragmenta, perde força política. Se atua unido, aumenta sua capacidade de influenciar a agenda energética brasileira.
Foi essa a principal mensagem levada pelo nosso diretor executivo, Wellington Andrade, ao 19º Congresso Nacional da Bioenergia, promovido pela UDOP – União Nacional da Bioenergia, com o tema “sinergias, complementaridades e o futuro dos biocombustíveis no Brasil”.
Durante o painel, Wellington reforçou que o etanol de cana e o etanol de milho são rotas complementares que ampliam a competitividade dos biocombustíveis, fortalecem a segurança energética e impulsionam a descarbonização da economia.
Também compartilhou a visão de que o futuro da bioenergia passa pela integração de diferentes tecnologias, pelo fortalecimento de políticas públicas e pela consolidação do setor como protagonista de uma matriz energética cada vez mais sustentável.
Vamos seguir contribuindo para os debates que ajudam a construir o futuro da bioenergia brasileira e a destacar o papel estratégico de Mato Grosso nesse cenário.
Participaram, também, do painel, Hugo Cagno, presidente da UDOP, Jacyr Costa Filho, vice-presidente do COSAG/FIESP, e Paulo Montabone, diretor da Fenasucro e Agrocana.
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